terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Prefeitura de Sorocaba municipaliza emissão de licenças ambientais

O prefeito Vitor Lippi (PSDB) assinou nesta terça-feira um convênio com a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) que municipaliza a emissão de licenças ambientais.
Isso significa que a Sema (Secretaria do Meio Ambiente) poderá emitir por conta própria as licenças para os empreendimentos de impacto local, sejam elas obras viárias, hidráulicas e de saneamento, ou ainda atividades de pequeno impacto local, como pizzarias, marcenarias, fábricas de embalagens, entre outras.
Na prática, o convênio permitirá que as licenças sejam liberadas mais rapidamente. A expectativa é que o prazo de liberação, que atualmente chega a seis meses, seja reduzido para até 30 dias. A Prefeitura vai agilizar o processo de documentação dos procedimentos de licenciamento e fiscalização ambiental de atividades e empreendimentos de impacto local, realizadas no município.
De acordo com o presidente da Cetesb, Fernando Rei, em aproximadamente 100 dias Sorocaba já começará a emitir o licenciamento ambiental. Para isso, cinco funcionários da Secretaria do Meio Ambiente vão passar por uma capacitação nos procedimentos de fiscalização e licenciamento pelo Estado. Durante aproximadamente cinco dias, que ainda serão definidos pela Cetesb, eles serão treinados, na teoria e na prática, quando vão acompanhar uma equipe da Cetesb no licenciamento.
“Com o licenciamento ambiental, ganha a cidade, o interesse público e o meio ambiente. Daremos sustentabilidade para o nosso desenvolvimento”, destacou o prefeito Lippi.
“Sorocaba é o centro regional que melhor caminha para a sustentabilidade. A gestão é exemplar e deve servir de exemplo para outros municípios”, elogiou Fernado Rei.
Obrigatório
O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação e ao funcionamento de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente, e possui como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão. No caso de Sorocaba, o licenciamento é feito por meio do Comdema (Conselho Municipal de Desenvolvimento do Meio Ambiente), cuja composição é paritária (50% poder público e 50% sociedade civil).
No Sisnama (Sistema Nacional do Meio Ambiente), o licenciamento é de responsabilidade dos três níveis de governo: nacional, estadual e municipal. Até agora, no Estado de São Paulo cabia exclusivamente à Cetesb a atribuição de conceder licenças ambientais a empreendimentos industriais. Com a descentralização, os municípios passam a desempenhar tal função.
Para que o município passe a emitir licenças ambientais de impacto local é necessário ter constituído um Conselho Municipal de Meio Ambiente e contar com profissionais habilitados, além de legislação ambiental específica em vigor.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O que acham os que estão comprometidos com o meio ambiente.

 [Abena] Para analistas, tragédia no Rio deve ser levada em consideração no debate do novo código florestal
Com certeza, governo despreocupado é tragédia!!!

Não pensa sobre águas como saneamento, captação e tratamento de esgoto, nem tampouco preservação e fortalecimento das florestas, só mantém intactas e deixam como estão é motivo de piada!
Imaginem, um rio com 1 metro de largura vai colocar entre vãos os muros de proteção com mesma largura é furada...
Conheço uma ambientalista e engenheira ambiental, ela trabalha estudos sobre rios e entende tudo de água, fez previsões de desastres e sempre ameaçada e desprezada na maioria dos políticos locais por isso o motivo de ambientalista... como ela previu, houve desastres nas pequenas cidades não só nas regiões serranas e agora acontece grandes cidades?
Bom, os justos devem cobram os injustos para viver melhor.
Ats.
........................
Rilen T. L.
Rio das Ostras/RJ

Em 24 de janeiro de 2011 08:23, Guilherme Brandão escreveu:

Uma tragédia se da com a soma de ignorância, ganância e politicagem.

Guilherme de Barros Brandão

Belo Horizonte - MG

--- Em seg, 24/1/11, André Soares escreveu:

De: André Soares

Assunto: [Abena] Para analistas, tragédia no Rio deve ser levada em consideração no debate do novo código florestal

Para: abena@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011, 6:48

Repasso, pois sei que muita gente do abena tem interesse no que diz respeito ao que vai ser feito com o código florestal brasileiro. Sem mata, ou "mato", como dizem os que olham as florestas com miopia, não vai sobrar uma abelhinha pra produzir os méis que tantos gostam.

Por Marcos Chagas, da Agência Brasil
A destruição causada pelas fortes chuvas na região serrana do Rio de Janeiro, com mais de 600 mortes contabilizadas até agora, forçosamente será levada em consideração pelos deputados federais no debate sobre o novo Código Florestal Brasileiro, cujo relator é o deputado Aldo Rebelo (PDdoB-SP). Para o professor de engenharia florestal da Universidade de Brasília (UnB), Eleazar Volpato, as flexibilizações propostas no relatório do deputado Aldo Rebelo agravam “de forma absoluta” a situação das ocupações de morros e encostas em toda a região da Mata Atlântica.
Ele destacou que, pelo relatório, as chamadas áreas ocupadas, mesmo que estejam em Áreas de Proteção Permanente (APP) ou reservas legais, poderão continuar sendo usadas por moradores ou para fins de exploração comercial. “O que aconteceu no Rio de Janeiro é de uma irresponsabilidade, eu diria até mesmo um sacrilégio. Praticamente 'liberou geral' naquelas cidades”, disse Volpato sobre as construções em áreas de encostas nas cidades serranas do estado do Rio.
Caso o código seja aprovado pelo Congresso da forma como está, o acadêmico destacou que todas as pessoas atingidas pelas enchentes, mesmo quem perdeu parentes e bens materiais, poderão permanecer nos mesmos locais condenados, pois o projeto os considera “áreas consolidadas”.
Especialista no código florestal, o professor Volpato disse que, diante das agressões ao meio ambiente, “a natureza vai responder, e é o que está acontecendo nesses casos de desmoronamentos e enchentes [decorrentes das fortes chuvas que caem na região serrana do Rio]. Tem que se limitar o uso humano [ocupação irregular da terra] porque o coice da natureza está aí”.
Já o professor de geociências da Universidade de Brasilia, João Willy Rosa, o problema passa também pela legalidade das ocupações. Para ele, é comum, nas cidades, a falta de zoneamento para definir o tipo de ocupação, urbana ou rural, que é possível. Três critérios são fundamentais e devem obrigatoriamente, segundo o professor, ser levados em consideração nessa análise: o clima da região, a inclinação das encostas e os tipos de solo e de rocha.
Willy Rosa ressaltou que, independentemente do clima da região, qualquer vegetação que seja retirada de encostas de morros para exploração agropecuária ou ocupação humana, deixará o solo mais exposto a deslizamentos.
O professor de geociência da UnB criticou a falta de políticas municipais de ocupação de solo e disse que a presidenta Dilma Rousseff tem razão quando afirma que as tragédias de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo ocorreram porque as pessoas construíram casas as áreas de risco por falta de alternativa.
Ele destacou que programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida, precisam de licença das prefeituras na hora da escolha dos terrenos. Willy Rosa disse que, se essa escolha seguiir critérios técnicos, ajuda a minimizar o problema. “Não pode é querer trocar as residências por votos e dizer que não tem problema [construir em áreas de risco]".
Para Andre Lima, ambientalista e consultor jurídico da Fundação SOS Mata Atlântica, a liberação de atividades econômicas em áreas de encosta, prevista na proposta em discussão na Câmara, agravará o problema vivido hoje por muitos municípios brasileiros. “Isso está diretamente ligado a área de risco. Não adianta querer jogar o problema para os prefeitos. Diante das pressões [econômicas e políticas], ele vai se embasar na lei”, afirmou.
As mudanças propostas, segundo André Lima, consolidam o uso e a exploração econômica e também de ocupação urbana de áreas de proteção permanentes. “Existe um total conexão. As áreas de consolidações rurais flexibilizam para a ocupação urbana”, disse ele.

*Edição: Vinicius Doria.
(Envolverde/Agência Brasil)

http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=85828&edt=1

"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto,
é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente.
Não julgue. Apenas compreenda".
Zeta Machado - ambientalista

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ação Catastrofica nos municipios estão sendo levantadas pela ONG MEAM.

Foto tirada do blog: abobado
Os vários voluntários da ONG MEAM estão levantando responsabilidades quanto às prevenções tomadas ou negligenciadas pelos responsáveis.
Ao longo da existência desta ONG, várias palestras foram realizadas em escolas, associações e etc... Sabe-se que o poder público não dá ao "Meio Ambiente" a importância necessária, está aí, por exemplo, o novo Código Florestal! Está provado que a lei se funcionasse da forma que está escrita, seria uma forma preventiva eficaz contra tais acontecimentos. O problema é que se leva algum tempo para algo acontecer então se caí no esquecimento e na descrença do que se foi estudado.
Uma das perguntas que ninguém responde é a seguinte, por que a Lei 9795/99, que é a lei de Educação Ambiental é tão menosprezada? Por que na grade curricular não podem colocar Meio Ambiente na forma especifica?
Sabe-se que Gestão em Meio Ambiente, passou a ser uma das matérias mais procuradas, além de Biologia, Engenharia de Petróleo e Gás e Geologia. Direito Ambiental e outras faculdades ligadas, também.
Contudo o que não se explica é que desde o descobrimento deste continente, se sabe das causas do El-niño, qual seria então a novidade para as autoridades?
Não há país com legislação mais completa que este, seria o mais prevenido se as Leis fossem cumpridas, mas a quem interessa receber fundos de desgraça dos outros?
Devemos refletir sobre cada acontecimento, seja social, de segurança pública ou ambiental, pois as promessas são muitas, tanto para o povo, quanto para os que se comprometem a apoiá-los. Já pensaram quantas empresas, poderão estar comprometidas a recompor obras públicas a custo incalculável? Quantos projetos sociais estarão alcançando possíveis eleitores comprometidos com o seu político? Quanto aos desastres ambientais, como que a Defesa Civil não dá justificativa para recebimento de verbas pelas áreas atingidas (obras com caráter de emergência) e para a falta de licitação na contratação de empresas e obras?
Podemos pensar então, que nem tudo que acontece é uma fatalidade imprevisível, pois a omissão tem calculo e possíveis previsões de lucro! Do contrario, haveria mais atenção para os ambientalistas, mais atenção na contratação e indicação de cargos e funções, onde pessoas desconhecem o que é Meio Ambiente. Quantas vozes precisarão gritar sem que uma só pessoa qualificada possa lhe atender e resolver? Estendem-lhe os braços, dão-lhe as mãos, mas nunca a solução! Isso é uma lastima!!!

Genilson de Souza Cabral nº 006
Presidente da ONG MEAM.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

TEMPESTADE EM PÁDUA Desabamento mata duas pessoas no município

Publicada em 27 de dezembro de 2010 · 14:24


Jornal Dois Estados
Bombeiros auxiliam a remoção das famílias atingidas
Um temporal atingiu o município de Santo Antonio de Pádua deixando um rastro de destruição e morte pela cidade nesta segunda-feira (27/12).As fortes chuvas começaram ainda nas primeiras horas da noite anterior se estendendo até por volta das duas horas da manhã de hoje.Várias ruas ficaram alagadas,encostas desmoronaram e vários bairros ficaram sem energia elétrica.
A Defesa Civil local informou que um casal morreu soterrado após um barranco ter cedido e atingido a casa da família. No momento do acidente pelo menos nove pessoas estavam no local,entre elas três crianças que conseguiram ser resgatadas com vida pelos vizinhos.Os corpos de Cosme Coelho Pinheiros, 40 anos e Marineti Dias Santos, 44 anos foram resgatados pelo Bombeiros e levados para o IML.
Atualização 16:00hr – De acordo com o major Fabrício de Souza Boamorte,comandante da unidade do Corpo de Bombeiros de Santo Antonio de Pádua,a alta precipitação pluviométrica e o solo já saturado pela água,teriam sido fatores preponderantes para o deslizamento de parte de uma encosta que atingiu pelo menos quatro casas nas proximidades do parque de exposições da cidade.
Com o acidente uma residência foi completamente destruída,soterrando seus moradores.Um casal não resistiu aos ferimento e foi resgatado sem vida pelo militares.De acordo com o oficial,o pluviômetro instalado próximo ao local da tragédia registrou 92 milímetros em poucas horas de chuva,o equivalente a 15 dias . “Quando chegamos ao local, pouco depois da meia-noite, infelizmente, o casal já estava sem vida”, disse o major.Pelo menos quatro casas foram atingidas pelo desmoronamento e outras duas, tiveram que ser interditadas, devido ao risco de virem à baixo.
A estrada que liga Pádua ao distrito de Paraoquena, está interditada, depois que o asfalto foi destruído.
Tempestade em Pádua foi equivalente a 15 dias de chuva
De acordo com o major Fabrício de Souza Boamorte,comandante da unidade do Corpo de Bombeiros de Santo Antonio de Pádua,a alta precipitação pluviométrica e o solo já saturado pela água,teriam sido fatores preponderantes para o deslizamento de parte de uma encosta que atingiu pelo menos quatro casas nas proximidades do parque de exposições da cidade.
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Fonte: http://www.ururau.com.br/cidades7455_TEMPESTADE_EM_PÁDUA_Desabamento_mata_duas_pessoas_no_município_

sábado, 11 de dezembro de 2010

Ministra de Meio Ambiente avalia reunião sobre clima em Cancún

Redação SRZD Nacional
11/12/2010 13h08
A ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira avaliou, a pedido da BBC Brasil, o acordo fechado ao fim da reunião das Nações Unidas sobre o clima, em Cancún, neste sábado. A ministra deu nota de 7,5. Entretanto, alguns analistas consideraram os avanços como modestos, mesmo tendo ficado acima das expectativas sobre o encontro.
Izabella afirmou que houve coisas que até surpreenderam, e citou a questão do fundo verde do REDD. A ministra acrescentou que 2011 será um "ano de muito trabalho" para que Durban (África do Sul) possa ser um sucesso.
Lançando as fundações para um futuro tratado internacional de combate às mudanças climáticas, os acordos de Cancún ficaram acima do que era esperado sobre o encontro mexicano. A partir desse momento, aumentam as expectativas para a reunião em Durban. Principalmente porque muito dos detalhes mais complexos das negociações não foram resolvidos, mas apenas adiados para acordos futuros.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Em Cancún, Brasil anuncia planos para redução de emissões

Claudia Andrade
Direto de Cancún

Em discurso na 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-16), nesta quinta-feira (9), em Cancún, no México, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou a assinatura do decreto que estabelece planos para redução das emissões de gases do efeito estufa em um cenário de longo prazo.
O decreto, afirmou a ministra, foi assinado nesta quinta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e limita a emissão de gases do efeito estufa pelo Brasil, até o ano 2020, a 2 bilhões de toneladas. A projeção foi feita com base em um crescimento médio de 5% na economia.
Atualmente, as emissões brasileiras estão em torno de 1,8 bilhão de toneladas. O desafio até 2020 será manter as emissões em patamar semelhante, mesmo com o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) esperado.
O Brasil anunciou a meta voluntária de cortar entre 36% e 39% as emissões de gases até 2020. O compromisso resultou do acordo de Copenhague, onde foi realizada a COP-15, no ano passado. No entanto, até a assinatura do decreto, não se sabia sobre que total de emissão essa redução seria aplicada. O documento leva em conta números de desmatamento, geração de energia, agricultura e resíduos industriais, entre outros, para projetar o teto de emissões.
Pouco antes de fazer seu discurso, a ministra comemorou a assinatura do documento. "O Brasil será o primeiro país a apresentar um cenário de redução de emissões no planeta, (um cenário) concreto, de longo prazo. O que mostra que a gente vem aqui negociar com uma ação feita, não é blablabla. A gente está negociando, exigindo coisas, mas está fazendo nacionalmente, tem muita gente que vem negociar aqui, e fala, fala, fala, mas não realiza."
A expectativa é que a iniciativa brasileira leve outros países a também fazerem e divulgarem suas projeções.
Metas intermediárias
O decreto prevê ainda que os 12 planos setoriais de áreas como energia, transporte público, indústria, construção civil, agropecuária, devem conter metas de redução de emissões a cada três anos e quais as ações que serão realizadas para que sejam atingidas.
O Brasil também terá de divulgar estimativas anuais de emissões, como uma forma de acompanhar o cumprimento do limite estabelecido.
Mais notícias de Ciência e Meio Ambiente » Redação Terra
Fonte: noticias.terra.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

DOAÇÕES DA ONG MEAM EM 2010.

A ONG MEAM neste mês de novembro visitou alguns amigos em busca de apoio para realização de doações de cestas básicas, sacolões e brinquedos aos irmãos menos favorecidos, às quais serão entregues neste mês de dezembro! Como é feito ao longo destes cinco anos de existência. Neste percurso tem se contado com os amigos da ONG MEAM, que são sempre os nossos parceiros: “Marcio Aurélio Lessa Aguiar, o Leco; Denisa Moveis, Direção Moadir Santana; Bigode Veículos; Fábrica de Doces Rocha Fidelense, Direção Paulinho; Marquinho da Quitanda; Compre Bem, Direção Genário; Posto do Edalmo, Direção Edalmo; Quitanda do Luiz na Destilaria, Direção de Luiz; Fidelense Peças e Acessórios; Amaro Corretor; Padaria Cezário, Nelson do Posto, Chalé da Mercearia, Torresmo Motos de São Fidélis, Associação Comercial”. As pessoas que ajudamos são menos favorecidas, que estão passando uma fase difícil, nesta época de paz, amor ao próximo e confraternização.

Poderíamos fazer mais, se outras pessoas fizessem o mesmo, no entanto, graças a Deus, ainda temos pessoas que pensam no próximo dividindo o pão com seus irmãos.

Sendo assim, eu Genilson de Souza Cabral nº 006, presidente da ONG MEAM, em nome de todos os integrantes desta organização, agradeço a todos, desejando um feliz natal e prospero ano novo!

Obs.: Se desejares fazer alguma doação, basta procurar na nossa sede: Av. Sete de Setembro, nº 156, Altos, Centro, São Fidélis – RJ, por Ferreira ou Genilson, ou Tel. (022) 9946-4220 ou 98754934, agradecemos sua colaboração.

Genilson de Souza Cabral nº 006
Presidente da ONG MEAM.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A conta gota pode? Novo vazamento atinge o Rio Paraíba do Sul

Publicada em 06 de novembro de 2010 · 21:40
Roberto Jóia - Clinica Literaria / Ururau

Região viveu um drama com a poluição do Rio Paraíba
Um novo vazamento de lixívia, da empresa Cataguases de Papel e Celulose volta a preocupar autoridades e a região pode voltar a sofrer com contaminação, o que aconteceu de forma desastrosa no ano de 2003 e novamente de forma inferior, em 2007.
Desde a última semana é possível perceber uma coloração escura com espuma branca no Rio Pomba, que começou em Santo Antônio de Pádua e que já chegou em Aperibé, no noroeste de estado.
A situação foi passada ao órgão competente, o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), que detectou a poluição após técnicos de captação da Cedae na região perceberem a modificação na coloração.
O Estado se mobilizou e imediatamente entrou no circuito, afim de evitar novo drama. O presidente do INEA, Luiz Firmino Martins confirmou que o índice de turbidez está bem acima do limite, o que fez com que o estado determinasse a paralisação do lançamento dos dejetos no rio.
O superintendente do órgão, Renne Justen, declarou que o lançamento de lixívia estaria sendo feito com autorização da Agência Nacional das Águas (ANA), o que teria sido encomendado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), que após fazer uma avaliação, entendeu ser esta uma forma prudente para evitar que haja um novo desastre ambiental, já que o reservatório de lixívia estaria muito cheio. Mas haveria uma determinação para que o derramamento fosse feito de forma controlada.
O INEA foi até o local esta semana para realizar uma avaliação e reduziu a vazão que era de 100 metros cúbicos por hora, para 30 metros cúbicos.
O rejeito conhecido também como licor preto, é resultante do cozimento da madeira para a extração da celulose e composto, basicamente, de hidróxido de sódio e material orgânico. De acordo com especialistas, este material pode ser diluído, rapidamente, pela correnteza do rio, mas vale ressaltar que este é o período do defeso, momento onde fica proibida a pesca por conta da piracema (reprodução dos peixes), além do fato de o rio está com baixo nível.
Também há a preocupação real, de que outras substâncias químicas podem estar misturadas a ele, afetando ainda mais o ecossistema, o que só poderá ser constatado com as análises técnicas a serem realizadas.

O DRAMA DE DEZENAS DE MUNICÍPIOS E A MORTANDADE DE PEIXES

No dia 29 de março de 2003 aconteceu um dos maiores desastres ecológicos em toda a região, que contaminou os Rios Pomba e o Paraíba do Sul, causado pelo vazamento de resíduos químicos (lixívia) do reservatório da Indústria Cataguases de Papel e Celulose, localizada na região da Zona da Mata mineira. Ao todo foram diretamente afetadas oito cidades do norte do Rio de Janeiro e mais 39 da Zona da Mata Mineira, originando prejuízos ao ecossistema e à população ribeirinha, que teve o abastecimento de água
interrompido.
O volume de rejeitos sólidos despejados com o vazamento foi superior a 1,4 milhões de m3, material resultante do cozimento da madeira para a extração da celulose, composto basicamente de hidróxido de sódio e material orgânico, além de chumbo, enxofre, hipoclorito de cálcio, sulfeto de sódio, antraquinona e outros metais utilizados na fabricação de papel.
O drama vivido por pescadores e famílias que vivem basicamente da pesca chocou o país e o tema virou notícia nacional durante várias semanas. Multas foram aplicadas a empresa, mas quem mais “pagou” foi a natureza.

O resultado da análise de amostras coletadas na época, pela Feam em quatro pontos da área de influência do reservatório não indicaram a presença de compostos orgânicos tóxicos em concentrações elevadas. A análise não identificou também no córrego Cágado e no rio Pomba metais pesados, acima dos limites determinados pela legislação ambiental.
De acordo com a Feam, os compostos orgânicos são constituídos por lignina, hidrocarboneto e aldeídos. Os elementos de maior concentração identificados na amostra do resíduo foram alumínio, ferro e sódio. Ainda segundo a análise, o pH das águas já apresentava valores próximos da neutralidade nos pontos coletados. ..........................................

Ururau

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sábado, 6 de novembro de 2010

Nova Ordem Mundial (teoria conspiratória)


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
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Tenha algum cuidado ao ler as informações contidas nele. Se puder, tente tornar o artigo mais imparcial.
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Nota: Para outros significados de Nova Ordem Mundial, ver Nova Ordem Mundial (desambiguação)
A Nova Ordem Mundial (NOM) é uma Teoria Conspiratória, na qual um grupo poderoso e secreto está planejando dominar o mundo através de um governo mundial único. A Nova Ordem Mundial seria um plano com o objetivo de derrubar governos e reinos do mundo, bem como erradicar em todo o mundo todas as religiões e crenças, para unificar a humanidade sob uma “nova ordem”, que seria baseada em uma ideologia extremamente uniforme, uma moeda única e uma religião universal.
Nesta teoria, ocorrências significativas são ditas que são causadas por um grupo extremamente poderoso e secreto ou vários de grupos interligados. Acontecimentos históricos e atuais são vistos como passos de um curso planejado para governar o mundo principalmente através de uma combinação de políticas financeiras,corrupção política, engenharia social, controle mental, e o medo à base da propaganda (cultura do medo). Uma das variantes da moderna teoria conspiratória da Nova Ordem Mundial seria um plano concebido por Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, que segundo os teóricos ainda existe e continua a perseguir a implementação desta nova ordem. O chamado "processo de globalização" iniciado em finais do século XX a nível mundial, seria uma das muitas facetas do estabelecimento progressivo dessa nova ordem. A teoria de Conspiração da Nova Ordem Mundial pode ser apresentada por qualquer pessoa ou grupo de pessoas que temem a perda da sua liberdade ideológica e liberdades religiosas, sejam eles da extrema-direita ou de extrema-esquerda, bem como por cristãos fundamentalistas, grupos de conservadores e liberais. Essa Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a fusão de muitas ideias paranoicas sobre a natureza da conspiração da Nova Ordem Mundial e da identidade dos seus conspiradores que, no passado, poderia ter sido pensado para ser mutuamente exclusivas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Ordem_Mundial_(teoria_conspirat%C3%B3ria)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Balão na Cidade de São Fidélis - RJ.

Baloeiros entram e saem de São Fidélis se achando heróis, ninguém vê e isso ainda é noticiado na Internet.


Atenção autoridades!




balao bagda 60mt seda o maior balao de seda do mundo solto de Sao Paulo SP por eq bzl e resgatado por eq cometa e emoçao Rio de Janeiro em São Fidelis cerca de 680km do local da soltura subiu por volta das 7 horas resgatado por volta...
Resgate Bagdá de 60 metros BZL - SP :: By Alan/Cometa-RJ ::

Os comentários são feitos por quem envia as fotos e não pelo site.


Comentário : RESGATE DO BAGDÁ 60M PELAS TURMAS COMETA RIO E EMOÇÃO DE SÃO GONÇALO

Saímos atrás do modelado de 18mts que subiu de JPA mas já sabendo que o Bagdá de 60 estava a caminho do rio,mas continuamos no caminho debaixo do 18 pois o vento era o mesmo,sempre acreditando,qdo chegamos em Macaé estava caino do modelado de 18 e o pião de 24,um bem perto do outro e ao mesmo tempo...várias turmas pra disputar esses dois balões,foi quando colocamos na cabeça que queriamos o 60mts...então aceleramos na direção de Campos pra poder rodar para Itaperuna ou Muriaé,onde nossa intuição e sabedoria dizia que deviamos dar de cara com o balão devido ao vento que ela estava vindo.
Depois de andar muito e sempre acreditando,quando estavamos chegando a Itaperuna Neguinho avistou a bandeira saindo das nuvens,foi uma alegria só,sabíamos que não perderíamos mais!!!
Fomos pra debaixo da pelota,qdo o mesmo caiu as 16:10hrs na cidade de São Fideles dentro de uma serra,encontramos dois amigos da Turma da Emoção (Ivan e Cacá) de moto (125) subimos a mata chegamos na criança,mas como já estava escurecendo e a visibilidade era zero,decidimos marcar o local pra poder voltar no dia seguinte logo cedo.Fomos para o centro da cidade comer uma bela pizza e dormimos numa pousada local,acordamos bem cedo e foi só subir o morro e comemorar o fato inédito!!!!
Pra quem fala que é impossível pegar um balão desse tamanho e ainda mais na Seda,estamos aqui para provar ao contrário....MUITOS NOS PARABENIZAM E OS OUTROS SE MORDEM DE INVEJA...FAZER O QUE SE SOMOS O DIFERENCIAL!!!
Um abraço pros amigos Ivan e Cacá da Turma Emoção de São Gonçalo por tbm fazerem parte desta história.
Um salve pros amigos:Lula sp,Neguinho USM,Viola sp,Rodriguinho Domínio,aos amigos da LMP?,e para todos os amigos que gostamos e que nos consideram de verdade...e todos os outros componentes da Cometa que não estavam presentes mas sempre com aquela palavra amiga de incentivo mesmo de longe...
Ahhh o velho Cone sempre presente...
Fazendo história...
http://www.youtube.com/watch?v=OrVAM-zdivI
http://www.planetabalao.com/diurnas/fotos0192/index.htm

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

NOROESTE FLUMINENSE TEM PLANO DE AÇÕES PARA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

09/ 07/ 2010
A secretária de Estado do Ambiente, Marilene Ramos, anunciou nesta sexta-feira (09/7), uma série de medidas para a recuperação do Noroeste Fluminense durante o I Fórum Noroeste do Ambiente, em Miracema. Entre as ações anunciadas estão a construção de mais um aterro sanitário, o Noroeste II, possivelmente no município de Itaperuna; o desenvolvimento de um plano de controle de cheias na bacia do rio Muriaé que deverá estar pronto já em setembro próximo.
A secretária anunciou ainda o mapeamento geológico da região por meio de convênio com o Departamento de Recursos Minerais (DRM), feito com recursos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental de Desenvolvimento Urbano (Fecam) de modo a identificar ocupações irregulares e em áreas de risco, e o desenvolvimento de planos municipais de saneamento para ampliar as redes de coletas de esgoto nas cidades por meio de parceria com a Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj).
- Este ano a receita do Ceivap (Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul) terá um acréscimo chegando a R$ 30 milhões com o pagamento da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional). Parte dos recursos, cerca de R$ 11 milhões, será destinado ao fortalecimento do Plano de Diretor de Saneamento dos municípios da região – destacou a secretária, que anunciou ainda a aprovação de R$ 9 milhões do Fecam para projetos de saneamento em comunidades rurais via o programa Rio Rural.
No Fórum, Marilene Ramos, o presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Luiz Firmino Martins Pereira e representantes de 15 municípios da região, entre prefeitos e secretários municipais de Meio Ambiente, assinaram um termo aditivo promovendo a fusão dos dois consórcios de gestão de resíduos sólidos da região. O Noroeste I, que já tem definida a área para construção do aterro sanitário em São Fidélis e que atenderá aos municípios de Aperibé, Itaocara, Italva, Cardoso Moreira, Cambuci e Santo Antônio de Pádua; e o Noroeste II, cuja abrangência inclui os municípios de Itaperuna, onde possivelmente será construído o aterro sanitário, Varre-Sai, Natividade, Porciúncula, Laje do Muriaé, Bom Jesus do Itabapoana, São José de Ubá e Miracema.
- Essa fusão consolida a união dos 15 municípios em torno de uma política de gestão para os resíduos sólidos e para a qualidade ambiental na região. O aterro sanitário de São Fidélis já está em fase de licitação do projeto. Agora estamos em busca de uma área adequada para a construção do aterro sanitário em Itaperuna, que imediatamente após a definição da área de instalação abriremos concorrência para contratação do projeto de construção – explicou a secretária.
O Inea, órgão executivo da Secretaria Estadual do Ambiente, também está instalando na região Noroeste o sistema de Alerta de Cheias. Segundo Firmino, assim que estiver concluída a instalação da rede de telemetria e posicionamento dos linígrafos (que medem a capacidade de vazão dos rios), as administrações municipais, sobretudo as defesas civis receberão diariamente boletins informando sobre a possibilidade de ocorrência de chuvas na região, a exemplo do que já é feito na Baixada Fluminense e na Região Serrana do Estado.
- Além disso, estamos enviando seis máquinas que serão utilizadas no desassoreamento emergencial de trechos de alguns rios da região como medida preventiva – anunciou Firmino.
Fotografia de Luiza ReisO Inea também celebrou convênios com os 15 municípios do Noroeste representados no Fórum para reestruturação das secretarias de meio ambiente no âmbito do sistema de gestão ambiental compartilhada. Os recursos são provenientes da arrecadação estadual da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA). Os acordos prevêem ainda o intercâmbio de informações técnicas.
O Fórum foi promovido pela Secretaria Estadual do Ambiente, em parceria com os municípios do Noroeste Fluminense, com a Associação Estadual dos Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj); a Associação de Órgãos Municipais de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (Anamma) e o Conselho de Secretários Municipais de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (Cosemma).
Fotografia de Luiza ReisO presidente do Cosemma e secretário de Defesa Civil, Douglas Paulich entregou a Marilene Ramos um documento com reivindicações dos municípios, a maioria já contempladas no plano de ações anunciado pela secretária. Além do mapeamento de áreas de risco e remoção de famílias, destinação do lixo e desassoreamento dos rios, o documento apresentado pelo secretário sugere a criação de um horto para produção de sementes e mudas para fins de reflorestamento e ações de educação ambiental, iniciativa esta já inserida no âmbito dos projetos.
Participaram ainda do Fórum a presidente da Anamma/RJ, Kátia Perobelli, o prefeito de São José de Ubá, José Hyllen, representando a Aemerj, além de outras autoridades municipais.

MIRACEMA SEDIA I FÓRUM NOROESTE DO AMBIENTE

08/ 07/ 2010

 
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão vinculado à Secretaria Estadual do Ambiente, celebra, nesta sexta-feira (09/07), convênios com 15 municípios do Noroeste Fluminense. O objetivo é fortalecer as secretarias de meio ambiente das cidades visando à gestão ambiental compartilhada. Os acordos, que prevêem o repasse de equipamentos e a troca de informações técnicas, serão firmados no I Fórum Noroeste do Ambiente, realizado a partir das 10h, no município de Miracema.
A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, e o presidente do Inea, Luiz Firmino Martins Pereira, participam da cerimônia de abertura do Fórum, que terá a presença de prefeitos e secretários municipais de Meio Ambiente da região. No encontro, Marilene Ramos e Luiz Firmino também assinam com prefeitos um termo aditivo que viabilizará a fusão dos Consórcios de Gestão de Resíduos Sólidos Noroeste I e II, consolidando a união dos 15 municípios dessa região.
O Consórcio para a região Noroeste I inclui a instalação de aterro sanitário na cidade de São Fidélis, que atenderá os municípios de Aperibé, Itaocara, Italva, Cardoso Moreira, Cambuci e Santo Antônio de Pádua. Já a implantação do aterro sanitário consorciado Noroeste II beneficiará pelo menos 204 mil moradores de Itaperuna, Varrei Sai, Natividade, Porciúncula, Laje do Muriaé, Bom Jesus do Itabapoana, São José de Ubá e Miracema.
O seminário é uma iniciativa da Secretaria Estadual do Ambiente, em parceria com os municípios do Noroeste Fluminense, com a Associação Estadual dos Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj); a Associação de Órgãos Municipais de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (Anamma) e o Conselho de Secretários Municipais de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (Cosemma). Também participam da solenidade de abertura a presidente da Anamma/RJ, Kátia Perobelli, o prefeito de São José de Ubá, José Hyllen, representando a Aemerj, além de outras autoridades.
A programação do evento inclui, ainda, mesas redondas e palestras sobre Programa Rio Rural, educação ambiental e programa de coleta seletiva, entre outros temas.
FÓRUM NOROESTE DO AMBIENTE
PROGRAMAÇÂO
10h: Mesa de Abertura do Fórum
Prefeito Ivany Samel - Prefeito de Miracema
Emerson Luis Pereira – Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Agropecuário de Miracema
Douglas Paulich Junior – Secretário Municipal de Defesa Civil de Italva e Presidente COSEMMA-NF
Prefeito José Hyllen Gomes Ney – Prefeito de São José de Ubá
Prefeita Maria das Graças Ferreira Motta – Vice- Presidente do Conselho Fiscal da AEMERJ
Kátia Perobelli – ANAMMA-Rio
Nelson Teixeira – Superintendente de Desenvolvimento Sustentável, Secretário Executivo do Programa Rio Rural – Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro
Luiz Firmino Martins Pereira- Presidente do INEA
Marilene Ramos - Secretária de Estado do Ambiente
10h30min: Palestra Políticas Estaduais do Ambiente
Palestrante: Marilene Ramos - Secretária de Estado do Ambiente
Palestrante: Luiz Firmino Martins Pereira- Presidente do INEA
12h: Assinatura de Convênio para fortalecimento das estruturas de gestão ambiental locais.
12h30: Apresentação do Plano Municipal para a Mata Atlântica
13h: Almoço
14h: Mesa Redonda Programa Rio Rural – Conquistas e Desafios
Palestrante: Nelson Teixeira - Superintendente de Desenvolvimento Sustentável, Secretário Executivo do Programa Rio Rural
Mediador: Emerson Luis Pereira - Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Agropecuário de Miracema
16h Mesa Redonda: Educação Ambiental no Processo de Gestão e Programa Coleta Seletiva Solidária
Palestrante: Lara Moutinho – Superintendente de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente
Palestrante: Pólita Gonçalves - Gerente de Educação Ambiental - Instituto Estadual do Ambiente
Mediador: Secretário de Defesa Civil de Italva – Douglas Paulich Junior
18h Encerramento
Quando: Sexta-feira (09/07), às 10h
Onde: Centro Cultural Melchíades Cardoso, Praça Ary Parreiras, nº 156, Centro de Miracema.

ESTADO INICIA IMPLANTAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO NO NOROESTE FLUMINENSE

O Governo do Estado dá mais um passo significativo para a erradicação definitiva dos lixões no Rio. A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, assina nesta terça-feira (11/08), às 14h, na Prefeitura de Itaocara, protocolo com prefeitos do Noroeste Fluminense para a implantação de aterro sanitário consorciado.
Pela manhã, Marilene Ramos estará na cidade do Carmo, na Região Serrana, para formalizar a inclusão da cidade de Sumidouro no consórcio de municípios que utilizará o aterro sanitário de Teresópolis, inaugurado no mês passado pelo governador Sérgio Cabral.
A implantação do aterro sanitário consorciado no Noroeste Fluminense, que beneficiará 110 mil pessoas, integra o Pacto pelo Saneamento, cuja meta é erradicar os lixões em todo o estado no prazo de 10 anos.
Estarão presentes à solenidade de assinatura do protocolo, os prefeitos de Itaocara, Alcione Araujo; de Italva, Eliel Ribeiro; de Cardoso Moreira, Gilson Siqueira; de Cambuci, Oswaldo Botelho; de Aperibé, Flávio Gomes de Souza; e de São Fidélis, Luiz Feneme, entre outras autoridades.
De acordo com a secretária, as obras para a construção do aterro estão previstas para começar no início de 2010 e ficará sediado em São Fidélis.
– Este empreendimento será construído nos mesmos moldes do aterro sanitário de Teresópolis, com, por exemplo, a canalização do chorume produzido pelo lixo até uma estação de tratamento, além de tratar o gás produzido pelos detritos. Além disso, será enviado para aprovação das Câmaras dos Vereadores de cada município envolvido, o protocolo da Lei dos Consórcios. O objetivo é consolidar os consórcios de forma que, os próximos prefeitos não desfaçam essa importante parceria - declarou Marilene Ramos.
A implantação do aterro sanitário consorciado é uma iniciativa do Governo do Estado, sob a coordenação da Secretaria Estadual do Ambiente, através do seu Programa Estadual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos (PEGIRS).
Aterro sanitário de Teresópolis
O governador Sérgio Cabral e a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, inauguraram no mês passado, o primeiro aterro sanitário consorciado do estado, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, com capacidade para receber cerca de 30 toneladas de lixo por dia produzido por Teresópolis e mais 10 toneladas por dia de resíduos produzidos pelas cidades de São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Carmo.
O aterro, para o qual foram investidos R$ 5 milhões do Fecam, foi instalado no terreno onde funcionou por muitos anos o antigo vazadouro de lixo da cidade, posteriormente transformado em aterro controlado e agora, com as obras, passará a operar como o primeiro aterro sanitário consorciado do estado.
Quando: Terça-feira (11/08), às 10h, em Carmo; e, às 14h, em Itaocara.
Onde: Prefeitura do Carmo, Praça Princesa Isabel, 91, Centro; e Prefeitura de Itaocara, Rua Nilo Peçanha, 498, Centro.
Por Ascom SEA

Fonte: http://www.inea.rj.gov.br/noticias/noticia_dinamica1.asp?id_noticia=390

RPPN DE ITACOLOMI - SÃO FIDÉLIS

RPPN DE ITACOLOMI - SÃO FIDÉLIS

Fonte: Site do INEA

Repasse do ICMS Verde para Nova Fribrgo

Marcelo Verly, presidente da comissão de meio ambiente da Câmara, convoca audiência pública para discutir ampliação do repasse do ICMS Verde
“Nova Friburgo tem tudo para receber uma fatia bem maior desse bolo e poder reinvestir em ações ambientalmente responsáveis”, garante Marcelo.
O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Nova Friburgo, vereador Marcelo Verly, comandará audiência pública no dia 2 de julho, no plenário do Legislativo friburguense, para tratar de um assunto de suma importância para o município: o ICMS Verde. Verly quer acelerar o processo de enquadramento de Nova Friburgo no programa ICMS Verde do Estado do Rio de Janeiro.
“Lamentavelmente Nova Friburgo ainda não conseguiu obter a totalidade dos recursos do ICMS Verde, também chamado ICMS Ecológico, como deveria e poderia, ou seja, o município, que tem enorme potencial ambiental, ainda tem que avançar em diversos aspectos para se beneficiar deste repasse, que pode contribuir de maneira decisiva na implementação de uma cidade ambientalmente sustentável, como é desejável por todos os cidadãos”, declarou Verly.
O ICMS Ecológico, que começou a vigorar a partir de 2009, é um instrumento de política pública que representa a operacionalização de um conjunto de princípios inovadores para o aprimoramento da gestão ambiental, premiando atividades ambientalmente responsáveis. O repasse do ICMS Ecológico aos municípios até o exercício fiscal de 2011 representará 2,5% do valor do ICMS distribuído às cidades. O percentual aumenta gradativamente: foi de 1% em 2009 e de 1,8% em 2010. Calcula-se que as prefeituras que investirem na manutenção de florestas, de mananciais de abastecimento público de água e no tratamento de lixo receberão R$ 100 milhões em 2011.
Nova Friburgo é uma das 11 cidades que integram a Região Hidrográfica da Bacia do Rio Dois Rios - que inclui os municípios de Bom Jardim, Duas Barras, Itaocara, Cantagalo, Cordeiro, Macuco, São Sebastião do Alto, Santa Maria Madalena, Trajano de Moraes e São Fidélis. O repasse aos municípios é composto pelos seguintes critérios: 45% para Unidades de Conservação, 30% para qualidade da água e 25% para gestão dos resíduos sólidos. Vale frisar que as prefeituras que criam suas próprias unidades de conservação têm direito a 20% dos 45% destinados à manutenção de áreas protegidas. O ICMS Ecológico, portanto, não premia apenas municípios por ações em defesa de sua cobertura vegetal, mas também pela preservação da água e pelo tratamento do lixo.
“A lei que criou o ICMS Verde deixou claro que, dependendo do tipo de política que o município adote em prol do meio ambiente, terá direito a maior repasse do imposto. Por isso é mais do que urgente que Nova Friburgo faça por merecer esse incentivo econômico. Infelizmente ainda estamos muito aquém do volume de recursos que poderíamos receber”, afirmou Marcelo Verly.
Para exemplificar tal situação, basta conferir os dados de Nova Friburgo disponíveis no site da Secretaria de Estado do Ambiente. No ranking estadual de 2010 do ICMS Ecológico, o município ocupa a 22ª posição, perdendo para cidades vizinhas de pequeno porte, como Cachoeiras de Macacu, em 1º lugar; e Santa Maria Madalena, em 9º lugar; ou ainda para cidades de igual porte, como Teresópolis, que está no 15º lugar; e Petrópolis, em 12º lugar.
Do total de R$ 73 milhões a serem distribuídos pelo ICMS Ecológico entre os municípios fluminenses, a previsão para Nova Friburgo é de R$ 1.286.156, enquanto Cachoeiras de Macacu embolsará R$ 3.140.122; Santa Maria Madalena ficará com R$ 2.084.881; Petrópolis, 1.896.424, e Teresópolis será contemplada com R$ 1.657.281.
“Temos que levar em consideração que existem critérios qualitativos que pesam na avaliação para a pontuação do município. Mas sem dúvida Nova Friburgo tem totais condições de fazer jus a uma fatia bem maior desse bolo”, ressalta Marcelo Verly, confiante de que aprofundar o debate em torno do tema ajudará na busca de soluções rápidas e eficazes, de modo que o município possa ampliar sua arrecadação junto ao ICMS Verde.
Para a audiência pública, o vereador convidará representantes da Empresa Brasileira de Meio Ambiente (EBMA), da Concessionária Águas de Nova Friburgo, da Agenda 21 de Nova Friburgo, Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Preservação Ambiental, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Ibama, além de organizações não governamentais que atuem no setor.

Como é calculado o ICMS Ecológico
O Índice Final de Conservação Ambiental (IFCA), que indica o percentual do ICMS Ecológico que cabe a cada município, é composto por seis subíndices temáticos, com pesos diferenciados:

Tratamento de Esgoto (ITE): 20%
Destinação de Lixo (IDL): 20%
Remediação de Vazadouros (IRV): 5%
Manaciais de Abastecimento (IrMA): 10%
Áreas Protegidas - todas as Unidades de Conservação – UC (IAP): 36%
Áreas Protegidas Municipais - apenas as UCs Municipais (IAPM): 9%
Cada subíndice temático possui uma fórmula matemática que pondera e/ou soma indicadores. Após o cálculo do seu valor, o subíndice temático do município é comparado ao dos demais municípios, sendo transformado em subíndice temático relativo através da divisão do valor encontrado para o município pela soma dos índices de todos os municípios do Estado. Exceção feita ao índice de mananciais de abastecimento cuja fórmula já indica o índice relativo.
Após a obtenção dos subíndices temáticos relativos do município, estes são inseridos na seguinte fórmula, gerando o Índice Final de Conservação Ambiental do Município, que indica o percentual do ICMS Ecológico que cabe ao município:
IFCA (%) = (10 x IrMA) + (20 x IrTE) + (20 x IrDL) + (5 x IrRV) + (36 x IrAP) + (9 x IrAPM)

O que o município deve observar para ser contemplado pelo ICMS Verde

O Índice Final de Conservação Ambiental (IFCA) é recalculado a cada ano, dando uma oportunidade para os municípios que investiram em conservação ambiental aumentar sua arrecadação de ICMS. Para aumentar seu IFCA o município precisa saber como o IFCA é calculado e, principalmente, quais variáveis são consideradas.
Mananciais de Abastecimento: é considerada a área de drenagem do município em relação à área de drenagem total da bacia com captação para abastecimento público de municípios localizados fora da bacia.
Tratamento de Esgoto: são considerados o percentual da população urbana atendida pelo sistema de tratamento de esgoto e o nível de tratamento – primário (peso: 1), secundário, emissário submarino e estação de tratamento de rio (peso: 2), e terciário (peso: 4).
Destinação do lixo: é avaliado o local onde o lixo é depositado. Vazadouro/ lixão não recebe nada (peso: 0). Aterros controlados somente se houver tratamento do percolado (peso: 1), se também for feita captação e queima dos gases recebe peso 1,5. Os aterros sanitários licenciados são os grandes beneficiados. Iniciam a contagem com peso: 3 e adicionam 1 ponto para cada um dos seguintes itens: vida útil do aterro superior a 5 anos, tratamento avançado de percolado, captação e queima de gases, e geração de energia. Caso se trate de consórcio intermunicipal, o município-sede acrescenta mais 1 ponto na sua avaliação. Também são beneficiados municípios que realizam prévia reciclagem de, pelo menos, 20% do total de resíduos sólidos urbanos gerados em seu território, com a adição de 1 ponto na sua avaliação.
Remediação de vazadouros (lixão): municípios que possuam vazadouros remediados recebem peso 2, se fizer captação e queima de gases recebe peso 3. Municípios que estão tomando medidas concretas para a completa remediação de seus vazadouros recebem peso 1.
Áreas Protegidas (Unidades de Conservação – UC): é considerada a parcela da área municipal ocupada por Unidades de Conservação (conforme Lei Federal nº 9.985 – Lei do SNUC), a categoria de manejo da UC, um fator de conservação e um fator de implementação. As UCs municipais são as maiores beneficiadas, uma vez que 9% dos recursos são destinados exclusivamente a elas.

(FONTE:SITE DO VEREADOR http://www.marceloverly.com.br/noticias.php?id=140)

Ketty Bertoncini

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Mancha no mar deixa Secretaria do Meio Ambiente em alerta em São Francisco do Sul

Amostra da substância será analisada por especialistas da Univille
Uma grande mancha escura no mar intriga pescadores e banhistas desde o começo da tarde desta quinta-feira em quatro praias de São Francisco do Sul.
Além da coloração marrom na superfície, o forte cheiro também desperta a curiosidade sobre a origem daquela substância. Ela foi vista nos quase dois quilômetros da orla da praia de Itaguaçu e em áreas menores na Prainha, Praia Grande e Ubatuba.
— É difícil descrever o cheiro. Parece até com querosene — compara o empresário e pescador nas horas vagas Giovani Santhiago, 58 anos.
O secretário de Meio Ambiente do Município, Cláudio Rodolfo Tureck, analisou a mancha de perto e coletou uma amostra para ser examinada por especialistas da Univille em São Francisco do Sul.
Mesmo sem ter certeza do que se trata, o secretário arrisca um palpite.
— Como é um material gorduroso, acredito que pode ser óleo de baleia. Afinal, tivemos duas baleias encontradas mortas nessa região nas últimas semanas — opina.
Como o material parece ser de origem orgânica, a secretaria de Meio Ambiente não proibiu a entrada de banhistas na água.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

RESPEITO AOS IDOSOS (ZÉ DI CAMARGO)

video

Sancionado, novo Código de Meio

Flavia Bernardes

Foi publicado nesta quarta-feira (20) no Diário Oficial do Estado o Código Municipal de Meio Ambiente de Vila Velha. O Código foi aprovado após longa mobilização de entidades da sociedade civil, Câmara de Vereadores e ambientalistas e visa garantir a defesa e a melhoria da proteção do meio ambiente no município.
Com a medida, o município não estará mais tutelado ao Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), ficando a Secretaria Municipal de Meio Ambiente encarregada de criar ferramentas de gestão diante das novas demandas.
O Código permitirá, por exemplo, que o município tenha maior controle de atividades potencialmente poluidoras, bem como do uso comum de áreas de preservação, essenciais á qualidade de vida.
Ainda que disciplinado ao Plano Diretor Muncipal (PDM) e à legislação municipal, o Código Municipal de Meio Ambiente deverá nortear a fiscalização de áreas naturais, assim como garantir a reparação do dano ambiental, independentemente de possíveis sanções civis, administrativas ou penais aplicadas ao causador de poluição ou degradação ambiental.
Com o instrumento legal, aumenta a responsabilidade do município no que diz respeito à preservação ambiental, fiscalização, educação ambiental e incentivo à pesquisa de novas tecnologias que garantam o uso sustentável dos recursos.
Neste sentido, é papel do município fiscalizar também a ocupação de áreas verdes e controlar a operação de empreendimentos poluidores. Para isso, o Código conta com instrumentos como o Plano Municipal de Meio Ambiente; o zoneamento ecológico-econômico; o Plano Diretor de Arborização e Áreas Verdes; os padrões de emissões e qualidade ambiental; o licenciamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras; a criação de Unidades de Conservação; o sistema municipal de informações sobre o meio ambiente; as penalidades disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à preservação; monitoramento, controle e fiscalização ambiental; auditoria ambiental; entre outros itens.
Já no que diz respeito ao licenciamento ambiental, à Secretaria Municipal de Meio Ambiente caberá licenciar a localização, instalação e ampliação e a operação de empreendimentos e atividades de impacto local, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas, consideradas efetivas ou potencialmente poluidoras.
“Competem à Semma o controle e o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades de impacto local, ouvidos, quando legalmente couber, os órgãos ambientais da esfera estadual e federal, bem como daquelas atividades cuja competência lhe forem formalmente delegadas por outros entes federativos”.
O debate para criação de um Código de Meio Ambiente no município foi iniciada no gabinente do vereador Babá (PT), dele participando a seção capixaba da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES), Conselho Comunitário de Vila Velha, Movimento Vida Nova Vila Velha (Movive) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
Ao todo, foram realizadas 14 reuniões para construir o novo código, com basea em um texto básico fornecido pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), aprovado por unanimidade na tarde desta terça-feira (21) pela Comissão de Meio Ambiente de Vila Velha.
A expectativa é que, com o código, sejam articuladas e integradas as ações e atividades ambientais intermunicipais, favorecendo consórcios e outros instrumentos de cooperação para controle e proteção do meio ambiente, em especial os seus ecossistemas, os recursos hídricos e a gestão dos resíduos sólidos.
O Código Municipal de Meio Ambiente de Vila Velha entrou em vigor nesta quarta (20) e está disponível na Secretaria de Meio Ambiente do município para consulta da população.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Niterói debate hoje criação de empresa municipal de geotécnica

Plantão
Publicada em 28/09/2010 às 08h02m
Paulo Roberto Araújo
RIO- Será realizada na noite desta terça-feira, no Plenário da Câmara de Niterói, a segunda audiência pública para que a população possa discutir o projeto de lei do prefeito Jorge Roberto Silveira que cria a Fundação Geo-Nit.
Presidida pela Comissão de Urbanismo e Meio Ambiente a audiência pública terá como convidados o Promotor de Justiça do Núcleo de Meio Ambiente e Urbanismo de Niterói, Luciano Mattos e a Secretária de Urbanismo, Christina Monerat.
No último dia 2, a Câmara já havia realizado a primeira audiência pública sobre o tema. Para ler a íntegra da lei basta acessar o site www.camaraniteroi.rj.gov.br e entrar no link sistema legislativo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Batalhão de Policia Florestal

 Criado em dezembro de 1986, com a denominação de 23º Batalhão de Polícia Militar, em setembro de 1987 deixou de ter a numeração ordinal, passando a ter o nome que conhecemos hoje o Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente (BPFMA).
Instalado na Fazenda Colubandê, às margens da Rodovia Amaral Peixoto RJ 104, no bairro Colubandê (São Gonçalo), o BPFMA integra o Comando das Unidades Operacionais Especiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, e tem como missão específica a execução do policiamento florestal, a proteção dos demais recursos naturais e de preservação do meio ambiente no território do Estado.
O comandante Ten. Cel. Mario Márcio Fernandes recebeu a ASSINAP para falar da fundamental atuação da Unidade para preservação da natureza.
O BPFMA não trabalha sozinho. Com um efetivo de 400 homens, distribuídos entre 15 postos e cinco companhias (Maricá, Friburgo, Campos, Aperibé e Angra dos Reis), o Batalhão desempenha suas atividades de preservação ambiental junto com diversos órgãos Federais e Estaduais, como IBAMA, DNPM, MPF, INEA, CECA, IEF, DPMA, DRM, MPE, CBMERJ e Secretarias de Meio Ambiente dos Municípios que compõem o Estado do Rio de Janeiro.
Para o comandante, esse número de policiais à disposição é satisfatório porque nem todas as áreas necessitam de um grande efetivo.
“A região metropolitana e áreas onde há mais desenvolvimento demandam mais pois acarretam crescimento demográfico e, muitas vezes, mais degradação do meio ambiente. No entanto, a economia não pode parar, mas as empresas devem estar licenciadas. O INEA nos ajuda na fiscalização”, explica Fernandes.
O BPFMA atua dando prioridade às denúncias que recebe através do número (21) 2701.8262 e 2701.0832.
Por conta desse serviço, os policiais conseguiram capturar centenas de criminosos em flagrante. Como foi o caso de denúncia sobre existência rinhas de galos na cidade de Campos. Os policiais autuaram mais de 50 pessoas, além de apreender 150 galos e mais de R$ 1000 em apostas.
O serviço também foi útil para facilitar a apreensão de balões. Apenas durante o período da Copa, o BPFMA conseguiu apreender 130 balões, efetuando quase 40 prisões.
“Soltar balões é uma irresponsabilidade, mas tem a ver com a cultura. Quem constrói encara como lazer sem pensar nas tragédias que o balão pode causar”, analisa o comandante.
O BPFMA atua também através de atividades de educação ambiental com palestras voltadas para alunos de diversas escolas públicas e privadas de todo o Estado, através do Setor de Educação Ambiental.
O trabalho de prevenção baseia-se principalmente na educação ambiental, buscando fazer com que legislação de proteção ao meio ambiente seja cumprida.
Além disso, no campo da educação ambiental, desenvolve palestras em escolas, associações e comunidades, realiza seminários e exposições, visando o desenvolvimento de uma consciência conservacionista. O Morro Dona Marta foi recentemente contemplado com o projeto. Pessoas de várias faixas etárias receberam lições de como reaproveitar o lixo e preservar a natureza.
Atuando em todo o território fluminense, desenvolvendo ações terrestres, aquáticas a aéreas de forma preventiva e repressiva, o BPFMA atua em convênio com diversas instituições. Um fruto concreto dessa parceria foi a doação de cinco veatura do IBAMA para o Batalhão.
O bom trabalho do BPFMA fez com que eles fossem notícia no exterior. Tanto a rede alemã ARD German Television e a Animal Planet fizeram matérias recentemente sobre a atuação da Unidade.
 Ajude na fiscalização. Denuncie qualquer tipo de infração relacionada à degradação ambiental. Colabore, você estará dando uma importante contribuição para melhoria da qualidade de vida em nosso Estado.

Denuncie crimes contra a fauna e flora
Com a Lei dos Crimes Ambientais, quem maltratar, traficar ou impedir a reprodução de animais da fauna brasileira será punido. Causar poluição de
qualquer maneira, que prejudique a saúde das pessoas, também é crime.
Poluir nossos rios, retirar minerais sem autorização, produzir e comercializar substâncias tóxicas também são crimes previstos por lei.
Acompanhe a atuação do Batalhão
Florestal pelo blog:
Linha verde do IBAMA: 0800 61 8080
E-mail: linhaverde.sede@ibama.gov.br

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A Solidariedade Toca Aqui...

Portal GloboRadio e Planeta Voluntários iniciam parceria virtual
 O Portal GloboRadio criou uma rádio exclusiva para o site planeta voluntários com músicas de artistas engajados ou com mensagens por um mundo melhor. Na lista estão U2, Gilberto Gil, Michael Jackson entre outros artistas. O objetivo é criar uma trilha sonora temática para quem navega no site entrar no clima das causas sociais. O banner do Portal também vai ter um destaque especial no planeta voluntários e vice-versa.
 O Portal GloboRádio reúne as rádios tradicionais Beat98, CBN, BHfm e Rádio Globo, além de outras 40 emissoras temáticas e as online Multishow FM, Globo FM, Rádio GNT e Rádio Zona de Impacto. Assim, os internautas acessam notícias, especiais musicais, promoções e interagem com as emissoras pelas redes sociais.
 O Planeta Voluntários é um site não governamental, apartidário e ecumênico, criada em maio de 2009 por iniciativa do empresário Marcio Demari, da empresa Demari & Ferreira, sediada em Londrina, Paraná, no Brasil, com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado, que levará o serviço voluntariado a auxiliar milhões de brasileiros e entidades que necessitam de todo tipo de ajuda;a missão é a de conectar pessoas, que, através da transformação pessoal e social, destinam-se a construir uma solução justa, pacífica e sustentável para o mundo, refletindo a unidade de toda a humanidade. O site conta com uma Rede Social que cruza as informações dos voluntários com as instituições cadastradas, sendo um elo entre elas.
PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !
A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil
Fonte:
Bárbara Ferraz
Agência de Notícias do Terceiro Setor
alan [alan0@alinemendes.info]

domingo, 29 de agosto de 2010

MEIO AMBIENTE


Publicado em 29/08/2010, às 19h20
Rio
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) vai lançar depois de amanhã os três primeiros cadernos da série Gestão Ambiental. Os temas abordados são a descentralização do licenciamento ambiental, a faixa marginal de proteção e a outorga de direito de uso dos recursos hídricos. O objetivo da série é informar e esclarecer dúvidas dos gestores públicos municipais sobre questões fundamentais para a conservação do ambiente.

O primeiro volume, Descentralização do Licenciamento Ambiental, informa aos municípios os procedimentos e benefícios da adesão ao convênio que permite que o licenciamento de atividades de impacto local e baixo ou médio potencial poluidor, e contou com o apoio do Ministério Público em sua elaboração. O segundo volume traz esclarecimentos sobre a Faixa Marginal de Proteção (área de preservação permanente no entorno dos corpos hídricos) e atende a uma demanda de gestores e técnicos municipais por esclarecimentos sobre a ocupação de margens de rios e lagoas.

A Outorga de Direitos de Uso dos Recursos Hídricos, tema do terceiro caderno, é um instrumento essencial para a gestão integrada das águas, ainda que a concessão não seja de competência municipal. Através da outorga se assegura o direito de acesso à água por empreendimentos produtivos e o controle da utilização dos recursos hídricos com a quantidade e a qualidade adequada aos atuais e futuros usos.

A elaboração das cartilhas, que durou cinco meses, contou com a participação de técnicos de vários setores do Inea e tem como base a legislação e os procedimentos relacionados a cada assunto. Ainda este ano devem ser lançados mais três títulos, abordando os Conselhos Municipais de Meio Ambiente, Fundos Municipais de Meio Ambiente e a Gestão Ambiental Integrada.
Fonte: http://www.diariodovale.com.br/noticias/15,27241,Cartilhas-orientam-gestores-municipais.html
 

sábado, 28 de agosto de 2010

Ambientalismo e Participação de Poderosos Grupos Econômicos na Estruturação de ONGs – O Caso WWF - I


Luiz Prado - Atualidades - www.luizprado.com.br
Poderosos grupos econômicos e personalidades da elite anglo-saxônica estiveram na origem da criação e do fortalecimento do WWF.  Mas, antes de entrar no assunto, valem algumas considerações sobre o uso da palavra "ambientalista".
“Ambientalista” é uma denominação demasiadamente genérica. Talvez porque “ambiente” também seja, hoje, um conceito que abrange informações provenientes das mais diversas áreas do conhecimento. O Aurélio define "ambientalista" como “especialista em assuntos ou problemas relacionados ao meio ambiente, a sua defesa, etc.”.  No entanto, nenhum ou a quase totalidade dos profissionais que atuam diretamente no estudo e no conhecimento dos fenômenos que se enquadram no amplo espectro da proteção ambiental se auto-definem como “ambientalistas”.
Agrônomos preocupados com a conservação e o manejo apropriado dos solos agrícolas nos vários países, físicos que estudam as mudanças climáticas e profissionais das mais diversas formações que trabalham no desenvolvimento de energias renováveis, engenheiros, químicos e outros que atuaram e atuam na recuperação da qualidade das águas e do ar em geral o que se especializaram no campo da disposição final de resíduos urbanos e perigosos, biólogos e geneticistas de boa formação que se ocupam da dinâmica das populações de espécies utilizadas pelo ser humano ou não – e por aí afora, não se dizem “ambientalistas”.
Há, assim, uma acentuada tendência para a confusão entre cientistas e profissionais de boa formação,de um lado, e ONGs que atuam na área de meio ambiente e tentam dar a impressão que falam em nome dos primeiros, ou de todos os interesses da Humanidade, do Planeta, de uma “ordem natural sistêmica”.
Não se está dizendo, aqui, que todas as ONGs façam ou tenham a intenção de promover esse tipo de confusão e de falsa percepção das forças que interagem nesse campo das preocupações ambientais.
Seja como for, as grandes iniciativas na área da proteção ambiental não surgiram de ONGs. Aliás, elas nem sequer existiam ou tinham representatividade quando foram feitos os primeiros estudos relacionados aos custos sociais da poluição nas primeiras décadas do século XX, envolvendo desde perdas da produtividade agrícola pela acidificação dos solos até a corrosão de materiais metálicos em decorrência da poluição atmosférica; ou quando foram criadas as primeiras associações de usuários das águas na Alemanha no início do século XX; ou quando foi promulgada a lei de restauração da vida silvestre nos EUA em 1937; ou quando foi criado o Parque Nacional de Yellowstone em 1872; ou antes, quando o presidente Andrew Jackson, dos EUA, assinou um ato protegendo áreas em torno das águas termais no Arkansas, em 1832; ou quando Abraham Lincoln promulgou lei – em 1864 – na qual cedeu a área que hoje é o Parque Nacional de Yosemite para o estado da Califórnia com a condição de que as áreas fossem mantidas para o uso público, em particular para a recreação. (Seria bom que os “gestores” de parques federais e estaduais no Brasil estudassem um pouco de história e da evolução da administração dessas unidades de conservação).
As preocupações contemporâneas com o “modelo de desenvolvimento” que extrai do planeta mais do que ele pode dar tampouco surgiram com as ONGs ambientalistas, mas com as preocupações de um grupo de empresários, filósofos e outros que se reuniam na década de 60 e ficaram conhecidos como o Clube de Roma, sob a liderança de Alexander King e Aurelio Peccei, inspirados pelo Clube dos 1001, uma “ONG” de aristocratas e milionários que já se preocupava com a “globalização”.
Daí surgiram os fundos para contratar o Massachussets Institute of Technology – MIT, contratado através da Fundação Volkswagen para elaborar o relatório que ficou recebeu o título “Limites para o Crescimento”, publicado em 1970, e que teria dado origem à Conferência Sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo em 1972.
Mas essa é apenas uma parte, uma pequena parte da história. Por trás, o Clube dos 1001 é formalmente – mas apenas formalmente - criado em 1970, e constitui-se dos muito ricos e poderosos, e dos grandes interesses corporativos.
São esses que, aos poucos, se apossam da União Internacional pela Conservação da Natureza (UICN, na sigla em inglês), criada originalmente, em 1948, pelo famoso biólogo Sir Julian Huxley. Ele também cria, em 1961, o WWF, junto com pessoas como o príncipe Bernhard e o príncipe Philip.
Em 1971, os príncipes e o milionário sul-africano Anton Ruppert resolvem conceber um plano para que o WWF se torne independente de doações do público em geral.
Ruppert, que se afirmava um “conservancionista”, fundou a empresa de cigarros Voorbrand em 1940, cujo nome foi depois mudado para Rembrandt, em 1940, que se tornou Rothmans em 1972 e que se fundiu com a British American Tobacco em 1999, tornando-se a segunda maior produtora de cigarros do mundo. Uma daquelas que pagava cientistas para fazerem pesquisas negando que cigarros faziam mal à saúde!
Ruppert, o grande estrategista financeiro do WWF, através de sua empresa Rembrandt, adquiriu empresas suíças de produtos de luxo, depois vendidas ao grupo Richemont, que é dono ou tem participação em marcas como Cartier, Alfred Dunhill, Baume & Mercier, e Montblanc, entre outras.  Nada mal.
Foram esses que fundaram o Fundo 1001 da Natureza e convidaram personalidades do mundo dos negócios a dele participarem mediante uma contribuição de US$ 10.000.
O grupo foi sempre muito discreto em sua atuação, mas dele teriam participado personalidades como o traficante de drogas e armas, além de banqueiro fugitivo, Robert Vesco, acusado de ser agente da CIA; o fundador e presidente do Banco de Crédito e Comércio Internacional – BCCI Agha Abedi, e seu sócio Salem Bin Laden, irmão mais velho de Osama Bin Laden; Mobutu Sese Seko, o ditador anti-comunista do Zaire; e outros como Sidney Spiro, Harry Oppenheimer, Sir Val Duncan, Maurice Strong e Sir Eric Drake, que representaram corporações e bancos como De Beers, Rio Tinto, a Companhia de Petróleo Anglo-Iraniana e a BP, o Banco da Inglaterra, o Barclays, a British Newfoundland Corporation, a Société Générale pour l’Energie et les Ressources, e muitos outros poderosos grupos de interesse.
Lutar por um futuro sustentável pode ser, também, uma atividade muito elitista. Para eles, uma coisa já era clara: não há suficientes recursos para assegurar um bom padrão de vida para 7 bilhões de seres humanos, e isso pode provocar um desequilíbrio entre os poderes.
Fonte:http://www.portaldomeioambiente.org.br/colunistas-da-rebia/luiz-prado/5013-ambientalismo-x-ciencia-a-participacao-de-poderosos-grupos-economicos-na-estruturacao-de-ongs-i.html